Novo Blog

Olá!!!

Eu vim aqui me despedir de vocês e desse endereço do blog!

Com a chegada dos meus 30 anos, resolvi fazer um novo blog que é “Refletindo nos 30”, o endereço é: http://www.refletindonostrinta.wordpress.com

Espero vocês lá!

Bjoooos!

Essa vida de casada…

A vida de casada de fato é uma delicia, o esquema que todos falam de pular na piscina gelada ou agora já era, sua vida acabou, não tem feito parte dos meus pensamentos. Sabe o que eu tenho pensado?

A vida de casada faz com que você mude a sua perspectiva de vida e eu digo isso porque em todos os lugares que vejo, passo, leio, se fala sobre: “como conquistar o seu homem ideal”, “Como saber se ele está na sua?”, “O que suas amigas acham sobre seu novo namorado?”. E depois que você já conquistou o seu homem ideal (e sem duvida nenhuma, a conquista é diária, mas em outros termos), o que essas chamadas tem haver com a sua vida? E eu me pergunto, será que porque eu casei eu entrei para o time das mulheres que só pensam na sua casa, no seu marido e no momento certo de ter filhos?

Não sabia que o casamento me traria todos esses questionamentos, que não tem nada haver com o relacionamento, mas como a sociedade te ver, como uma senhora, que precisa saber qual é o melhor supermercado, como preparar comidas mais saudáveis, qual sabão em pó rende mais e etc.

Mas além dos questionamentos dessa nova vida, eu não tenho pergunta alguma de que:

  • Continuarei me cuidando para que meu marido se apaixone cada vez mais por mim;
  • Continuarei lendo minhas revistas de mulherzinhas;
  • Continuarei marcando pizzadas com as minhas amigas

Mas porque não pensar também que:

  • Saber qual é o melhor supermercado pode fazer com que você ecconomize bastante;
  • Pensar em uma popança a longo prazo pode trazer mais estabilidade no futuro;
  • Refletir sobre a vida profissional e planjejar qual o momento certo de ter filhos.

A vida de casada faz pensar além, pensar de que a vida de hoje é compartilhada, que não dá para ser egoísta e gastar tudo em uma roupa dos sonhos, faz pensar bem, gostoso, pensar que não tem nada melhor do que viver com quem amamos! 

MUDANÇA, total!

Essa ultima semana foi intensa; intensa de atividades, afazeres, sentimentos e mudanças; sim, mudanças! Desde o inicio de 2012 a “mudança” tem estado presente na minha vida, mas no ultimo final de semana ela se concretizou. Mudei de bairro, mudei de casa, mudei a forma de viver e o mais legal: eu não mudei sozinha!

Como a maioria de vocês já sabem o nosso (Paula Barouchel e Tiago Caracini – S2) casamento está marcado para Setembro, mas com a ansiedade em achar a casa ideal e a transformar em um lar começamos a pesquisar onde morar no início de Junho e depois de muita pesquisa, achamos, sonhamos e alugamos (sim, não compramos; cada um tem a sua justificativa de comprar ou não uma casa e decidimos não comprar por todas as justificativas que temos) e finalmente nos mudamos esse final de semana.

Agora os sonhos estão se tornando reais, a vida está sendo compartilhada em toda a sua completude e o futuro está ai, mais perto do que nunca. Mesmo sem ainda ter celebrado o casamento o sentimento de casada já paira no ar, nas paredes da nossa primeira casa e principalmente no nosso coração.

Amo essas mudanças boas e reais!!!

A conquista de enfrentar

Ontem sai com duas amigas muitos queridas e elas perguntaram do meu blog, ai lembrei o quanto eu abandonei esse espaço que tanto me fazia bem. Antes tarde do que nunca resolvi retomar, ler coisas que eu já havia escrito e retomar outras ainda inacabadas.

Vamos lá…

Em março assisti um dos filmes favoritos do meu namorado, ops, noivo (hihihihihi), o Naufrago – acreditem! Eu nunca tinha assistido! – mas acredito que não teve momento melhor.

Muitos já sabem do que se trata a historia: um homem que trabalha na FedEx e que não tem muito tempo para sua esposa e precisa viajar a trabalho em plena noite de Natal; durante a viagem seu avião cai e ele consegue sobreviver ao acidente, mas fica preso em um ilha por 04 longos anos.

Durante o tempo em que está na ilha ele precisa se adaptar,  sobreviver, continuar “respirando” e inicia o processo de criar inúmeras estratégias de enfrentamento para conseguir viver longe de tudo e de todos. E o filme (mesmo sendo filme) mostra que é possível e que todo ser humano que deseja algo consegue se adaptar e enfrentar as situações mesmo que elas se apresentem de forma tão difícil e até mesmo impossível.

Vemos isso no nosso dia-dia, quantas pessoas precisam reformatar a vida diante de determinada circunstância, a perda de um emprego, a perda de um ente querido, a perda de uma expectativa; mas diante de tantas perdas há o ganho, o ganho de enfrentar, o ganho de vencer um obstáculo e conseguir construir um novo futuro, mesmo tendo considerado em um primeiro momento que não existia mais futuro.

Precisamos sempre estar conscientes de que podemos nos adaptar e quando desejarmos algo do fundo do coração é possível enfrentar e vencer. Acredito que todo esse processo é mais fácil quando temos quem amamos ao nosso lado, pois como no filme, o que sustentou o personagem principal a seguir em frente foi a mulher quem ele amava e para enfrentar todos os desafios, ele criou um amigo fiel e companheiro, mesmo que imaginável.

Projeto social – mudança pessoal

Essa semana foi definitivamente especial. Como a maioria de vocês sabem, eu mudei de emprego em Novembro de 2011, no qual eu estou trabalhando atualmente. Hoje eu trabalho em uma congregação ou como prefiro dizer, em uma Instituição do Terceiro Setor.

Durante os dias 07 e 10 de Maio tivemos a execução de um projeto social chamado Projeto Trabalho Cidadão, que tem como objetivo principal capacitar jovens para a inserção no mundo do trabalho; na minha consideração o objetivo do curso se torna secundário pela forma que ele é conduzido e pelo resultado que ele traz aos jovens.

O curso de capacitação foi conduzido pelo Professor Odair através de dinâmicas de grupo e exposição dos diversos temas do ambiente de trabalho de forma criativa e principalmente humana.

O querido Odair compartilha a sua experiência de vida com os jovens alunos e os mobiliza; demonstrando que a vida é capaz de transformação, que mesmo tendo uma historia de vida difícil, repleta de obstáculos é possível superá-los e construir uma vida mais plena, com a fórmula do acredite em si mesmo e no seu potencial. Durante essa semana fiquei orgulhosa de trabalhar em uma instituição que acredita nas pessoas e que tem esperança no desenvolvimento humano.

Tudo isso se tornou especial pela troca de experiências entre um querido professor, jovens alunos e uma psicóloga encantada que se mobilizou imensamente e que também acredita no seu potencial para construir um mundo melhor (por mais ilusório que isso pareça).

 

Ritual de Passagem

Uma vez (2009) escrevi no blog sobre o test drive nos relacionamentos e hoje resolvi reler o post. Não que eu tenha mudado de ideia, mas fiz uma reflexão acerca dessa temática, e maior que a temática do teste drive é a duvida Casar ou não casar no papel e qual significado isso tem.

Essa reflexão surgiu quando conversava com um querido casal que por caminhos da vida não conseguirão casar formalmente, mas para ficarem juntos, vão morar juntos, pelo menos inicialmente.

Conversando com eles, percebi que morar junto é diferente do test drive; essa diferença se dá pela simples razão de que o Morar Junto é assumir e compartilhar tudo que um relacionamento tem, enquanto que o test drive é o medo que paralisa um casal, mas para seguir em frente, resolvem fazer o test drive para fazer a prova dos  9 e ver se o relacionamento dá ou não certo. Só ontem me caiu a ficha dessa grande diferença de escolhas; e daí surgiu a reflexão de que: Se Morar Junto é compartilhar tudo que um relacionamento tem, para que Casar na formalidade do papel?

A nosso sociedade é bastante critica quando se fala de instituições, qualquer uma delas, mas principalmente de casamento. Há aqueles que acreditam na instituição do casamento, como um ritual de passagem, como uma celebração de um momento de vida, como eu acredito. Há aqueles que creem que morar junto está ótimo, não muda em nada o sentimento, a fé, o famoso investimento na relação. Há ainda aqueles que aceitam os casamentos abertos, com relacionamentos livres (existe de tudo!).

Eu não estou aqui para discutir, julgar e dizer quem está certo ou está errado. Acho que todos estão certos se vão no caminho da escolha do coração, da paz interior e de uma consciência tranquila de que a vida está caminhando no trajeto desejado e a pessoa com quem se quer dividir a vida está ao nosso lado e compartilha da mesma filosofia.

Eu acredito nos rituais de passagem, sejam eles expressos através de uma troca de alianças na frente das pessoas queridas e próximas, de uma benção religiosa ou de uma troca de palavras verdadeiras entre o casal. E hoje mais do que nunca, acredito que o famoso papel é apenas um aditivo nesse ritual de celebração do amor.

Memória

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27 Janeiro: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto “Nunca Esqueceremos”.

Impossivel esquecer um momento tão cruel na vida de um povo. Fica aqui o registro!

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