Cuidando de Si

Cuidando de Si

Como eu já escrevi no blog outras vezes, acho essencial o movimento de cuidar de si mesmo; é uma forma de gostarmos de nós mesmos e sermos mais felizes.

Eu tenho freqüentado o Vigilante do Peso (uma saída que encontrei para perder os 05 kgs que ganhei depois que vim morar em SP) e durante as reuniões temos um bate-papo de como nos alimentarmos melhor e o porque; percebo que todos os discursos feitos giram em torno da temática de nos sentirmos bem, saudáveis, bonitas, felizes e da importância de cuidarmos de nós mesmos.

Acho que esse cuidado não se refere apenas à alimentação e ao novo movimento de quanto mais magra melhor, pelo contrario, a alimentação balanceada nos ajuda a perder peso e nos sentirmos mais ativas e dispostas, mas digo a atenção a si mesmo em diferentes aspectos. Qual é a mulher que não gosta de ter suas unhas feitas e de ter seu cabelo hidratado; de estar com a mente tranqüila por ter lido aquele livro e ter tido um grande insight? Eu adoro!

Estou de férias e percebi que o desejo de cuidar de mim está no auge, hoje fui caminhar no parque, fui ao salão fazer minhas unhas, agendei uma limpeza de pele, tenho lido meus livros e revistas e estou colocando o meu hobby do Scrapbook em prática. Nunca me senti melhor!

Outro dia meu namorado perguntou se eu vou me cuidar para sempre… Achei a resposta meio obvia, mas de qualquer forma respondi: “Claro, porque não me cuidaria?? Preciso me sentir ótima para você me sentir assim também!!”

Fica mais uma vez a dica de nos amarmos e assim ficarmos bem com nós mesmos e com a vida!

E o futuro?

E o futuro?

Sempre gostei muito do filme Click e depois de alguns anos, assisti mais uma vez os três filmes De volta para o futuro, por pedido do namoradinho que queria estrear a televisão nova; convite aceito e encantamento – tive uma percepção bem diferente de quando assisti pela primeira vez. E por ultimo, na semana passada, assisti O homem do Futuro.

Essa série de filmes me fez pensar e repensar e pensar novamente sobre o papel do tempo na nossa vida; sobre o processo natural de como a vida é seguida e como o futuro está intimamente entrelaçado com o nosso passado e presente. Eu sei que todos sabem disso, mas acabamos vivendo e se esquecendo de como funciona todo esse processo de viver.

Às vezes vivemos uma ansiedade imensa de chegar logo no futuro, de pular as partes chatas da nossa vida e selecionarmos os momentos de maior felicidade; mas felizmente isso não é possível, precisamos viver a outra parte da história, para que a “parte boa” tenha sentido. Sim, eu escrevi certo, FELIZMENTE, porque a parte não tão boa da história é a que enlaça a nossa vida, é que faz com que o bom tenha sentido, é o caminhar diário para o nosso objetivo, para que essa meta seja vivenciada com maior plenitude.

Acho que é como comer um bolo de chocolate com cobertura; não é certo você pegar um bolo e só raspar a cobertura; pode ter certeza que comer a cobertura pura não tem o mesmo gosto de deliciar o bolo inteiro e deixar a cobertura para o final.

Assim é a vida! Toda cobertura vem com o seu bolo!

Apartamento feliz

Apartamento feliz

Eu estava lendo outro dia o novo livro de Martha Medeiros e me deparei com uma crônica bem interessante: Sua casa é feliz?

Casa feliz é aquela casa em que chegamos e nos sentimos bem, em que o ambiente é leve, tem muitas cores e nos sentimos aconchegados. Na andança que fiz a procura de apartamentos assim que cheguei à São Paulo vi quantas casas não são felizes; ao entrarmos no ambiente e sentimos um peso, uma sensação desconfortável. Mas algumas casas que vamos visitar nos passam a sensação de conforto, uma vontade de ficar em casa conversando a beira da mesa de jantar ou de pé na cozinha.

Depois que li o artigo, pensei e cheguei a minha conclusão pessoal que a minha casa é feliz; ela é colorida, aconchegante (até porque é bem apertada), tem objetos que adoro e cada canto que olho tem uma lembrança diferente de momentos diferentes da minha vida, das coisas comprei, do que ganhei e cada objeto tem um toque muito pessoal, além de me sentir em paz todos os dias ao chegar em casa.

Nada é mais importante que ter uma casa feliz, afinal o lar é o nosso refugio, o nosso canto, o espaço mais íntimo que compartilhamos com pessoas queridas e que precisa sempre estar repleto de amor, compreensão e respeito, mesmo quando se mora só. ;)

Celebrar a vida!

Celebrar a vida!

Engraçado como as coisas dessa semana aconteceram.

Segunda-feira foi dia 12 de Setembro e o dia passou corrido e agitado no trabalho, com a aula de espanhol, coisas da casa e eu nem percebi a data e os horários do dia. Terça-feira eu acordei e indo para o trabalho lembrei que ontem, dia 12 eu e meu namorado tínhamos feito 06 meses de namoro; nenhum de nós lembrou e eu comentei com ele que não podíamos perder a chance de comemorar um dia tão especial mesmo tendo esquecido na real data; como tínhamos comprado uma promoção nas compras coletivas, resolvemos aproveitar e ir a um restaurante japonês! Cheguei em casa feliz e satisfeita comigo mesmo e com o pensamento da importância de sempre termos algo bom para festejar.

A quarta chegou e foi a comemoração do aniversário de uma querida amiga, Stella, fomos todos comemorar mais uma vez. A quinta aconteceu com um excelente motivo para comemorar também, o namoradinho foi promovido!!!!

E hoje é sexta-feira, tive uma conversa deliciosa com minha afilhada de 4 anos no telefone e recebi um e-mail com uma noticia que acho que terei novos motivos para comemorar nas próximas semanas!

E o melhor, hoje é sexta-feira! Todos nós merecemos comemorar a chegada do fim de semana!

09/11

09/11

Ontem foi aniversario de 10 anos do dia 09 de Setembro; aniversário do atentado terrorista às torres gêmeas em Nova York, nos EUA. A minha intenção aqui não é falar do atentado em si, até porque existem muitas discussões se de fato foi um atentado terrorista ou se foi uma ação do ex-presidente Bush; se o atentado foi feito via aviação ou pequenas bombas e etc.

Eu adoro ver documentários e no ano de 2001 assisti vários sobre o assunto; ontem à noite assisti mais um na Discovery Home & Health. O titulo foi: Órfãos do 09/11. O meu objetivo ao assistir foi observar como as crianças que perderam um de seus pais ou ambos viveram durante esses 10 anos e qual a imagem que eles têm hoje da situação.

Não vou negar que quando me deitei não consegui parar de pensar nessa questão e tudo que foi dito no documentário. Coloquei-me no lugar desses pais, da mulher que perdeu o seu marido e o pai dos seus filhos e de como ajudar os filhos a enfrentar essa perda e seguir em frente.

Percebi que os filhos têm uma imagem heróica dos seus pais, muitos deles comentaram da suposta tentativa de seus pais terem ajudado alguém durante o episódio, mesmo sem sucesso. Outros observam os seus pais falecidos como melhores amigos e obviamente hoje vivenciam a perda de não o terem mais ao seu lado, e fora aqueles que nem chegaram a conhecer, pois quando ocorreu o atentado eles ainda estavam na barriga das suas mães.

Achei interessante a criação por uma ONG de um acampamento de férias para os órfãos de 11 de Setembro; um espaço em que as crianças possam expressar suas emoções, sentimentos de forma livre e que possam compartilhar com outras crianças que também perderam seus pais na mesma situação e assim possam assim partilhar da mesma dor.

Esse post é mais um desabafo sobre o meu sentimento e percepções que o documentário deixou em mim e da sensação que mesmo apesar de todas as dificuldades é necessário seguir em frente; acredito que a forma mais fácil de fazer isso é idealizar aquele que perdemos para que o sentimento seja no final de uma boa saudade, assim como feito pelas crianças.

Mudanças

Mudanças

É impressionante o quanto eu quero sempre mais mudanças da minha vida. Fico no desejo de ter um dia diferente, ter novas experiências, ver coisas novas e curtir tudo isso. Isso pode ser um reflexo da minha ansiedade – sim, eu sou ansiosa, todos que acompanham o blog sabem disso – mas também pode ser visto como a minha sede para as coisas boas da vida.

Estou muito feliz com a minha vida hoje, minha rotina, a forma como a vida se re-organizou, a companhia diária que eu tenho, namorado, amigas, minha família e etc. Mas parece que falta algo, sempre parece.

Tenho vivenciado um desejo enorme de conhecer coisas novas, novos lugares; acho que não me sai da cabeça a idéia de sair de férias, e a partir disso todas as opções de lugares que tenho para conhecer. Mas ao mesmo tempo, não me sai da cabeça a idéia de ter novas experiências profissionais, desafios que só Psicólogas sabem como é bom.

Mas acho que o que não me sai da cabeça mesmo é o desejo de ser surpreendida com uma notícia que possa mudar algum aspecto da minha vida, que mude bruscamente o meu dia-dia, nem que seja de forma temporária, mas que me traga felicidade, sempre mais felicidade.

Lanterna Verde

Lanterna Verde

Um dia desses fui ao cinema de forma despretensiosa e acabei assistindo o filme Lanterna Verde; o filme tem a história básica do super-herói e da luta do bem contra mau. Mas eu o observei de forma diferente, não só porque o bem e o mau no filme foram retratados de formas diferentes, mas porque eles se apresentaram em um contexto interessante.

No filme o bem foi representado pela Vontade e o mau pelo Medo. Medo e Vontade, opostos, forças contrárias e que na vida de fato são paralisantes uma para outra. A nossa vontade é paralisada através do medo, e o medo muitas vezes entorpecido através da nossa vontade de realização.

Um dia, de forma muito interessante, fui questionada quem venceria essa luta na minha vida, a vontade ou o medo; a resposta estava na ponta da língua, obviamente a Vontade.

Com essa resposta, percebi que de fato sou uma pessoa de muita vontade, faz parte do meu ser o ímpeto para realização; sou inquieta, busco sempre o melhor e confio nas minhas escolhas, mesmo que depois eu perceba que a escolha não foi a mais adequada, mas no final das contas, ela sempre é a melhor.

Acredito que viver é isso, é se arriscar, é ter vontade. Como diz o ditado popular: Quem não arrisca, não petisca.

A vida sempre nos oferece oportunidades para o aprendizado; principalmente quando precisamos lidar com momentos de perda, de frustração e de pouca ação. A saúde é um dos bens mais preciosos que temos na vida, mas só a lembramos quando a perdemos ou quando verificamos que alguém próximo a perde.

Nesses tempos tenho acompanhado difíceis internações, momentos críticos na vida de famílias que tão pouco pensavam em vivenciar isso, afinal de contas nunca pensamos em situações tão difíceis como perda da saúde, a não ser quando ela aconteça com a gente.

E com essas experiências agora, mais próximas a mim, lembrei com muito carinho dos pacientes que já acompanhei, das famílias que já atendi e já confortei em momentos tão difíceis. Penso sempre, que nada acontece por acaso e que precisamos sempre valorizar o nosso dia-dia e as pessoas que estão a nossa volta; escrever Carpe Diem seria clichê, mas talvez um clichê verdadeiro, um Carpe Diem com responsabilidade, respeito e amor por si mesmo e pelo próximo.

Estava vivendo a minha vida tão light, um dia após o outro, sem muitas reflexões e sem estar atento ao que a vida estava me mostrando, um PLUFT! Um susto! Acorda, Paula! Acordei!

Agora  estou atenta a mim, a quem gosto…  Espero poder sempre aprender com as pessoas e com as situações, por mais simples ou complexas que elas possam parecer.

Felicidade

Felicidade

Era uma vez uma música que sempre ouvia no rádio; a música enchia meu coração de paz e tranquilidade, mas nunca soube dizer quem cantava, porque a música por si só me fazia tão bem, que esquecia de ouvir quem era o tal cantor/ compositor. Mas percebi que a música não saia da minha cabeça, logo pensei que precisaria procurar a letra na Internet para poder colocar aqui no blog – mas vocês não tem ideia da quantidade de músicas que tem o nome de FELICIDADE. Da última vez que a ouvi no rádio, rapidamente peguei o celular e gravei o nome do cantor! MARCELO JANECI!!!

Compartilho a letra com vocês…

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar. Dançar na chuva quando a chuva vem.

Inspiração de casas

Inspiração de casas

Sempre me pego vendo vitrines de lojas de decoração, lendo blogs de casas e arquitetura e desejando ter um apartamento maior (e dinheiro, obviamente) para que eu possa ter a casa dos sonhos…

Escolhi algumas imagens que servem de inspiração e me fazem “viajar” na idéia de uma casa de verdade…

Vamos lá! Salas…

Cozinhas…

Quartos e banheiros…

Da proxima vez, coloco varanda, jardins e afins…

Enquanto essa realidade não é real, vamos sonhando… Como já dizia a frase: “Sonhar não custa nada”.